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dc.creatorMenegat, Régis-
dc.date.accessioned2017-08-08T17:00:00Z-
dc.date.available2017-08-08-
dc.date.available2017-08-08T17:00:00Z-
dc.date.issued2016-11-26-
dc.identifier.citationMENEGAT, Régis. Neuroeconomia: evidências à economia comportamental. 2016. 57 f. Monografia (Bacharel em Ciências Econômicas). Curso de Ciências Econômicas. Universidade de Passo Fundo, Passo Fundo, RS, 2016.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.upf.br/handle/riupf/1099-
dc.description.provenanceSubmitted by Juliana Salles (jsalles@upf.br) on 2017-08-08T17:00:00Z No. of bitstreams: 1 PF2016RÉGIS MENEGAT.pdf: 697067 bytes, checksum: bf81eac00b854a63c0a2a8a92e6bdafd (MD5)en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade de Passo Fundopt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEconomiapt_BR
dc.subjectNeuroeconomiapt_BR
dc.subjectEconomia Comportamentalpt_BR
dc.subjectTomada de Decisãopt_BR
dc.subjectRevisão integrativapt_BR
dc.titleNeuroeconomia: evidências à economia comportamentalpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Moretto, Cleide Fátima-
dc.description.resumoA Neuroeconomia, matéria em processo de desenvolvimento, conjuga economia, psicologia, neurociência e dados computacionais – suportando mecanismos não conscientes e efeitos subliminares –, para obter uma melhor compreensão do comportamento econômico dos indivíduos com base em um quadro neural. Desse modo, este estudo buscou identificar as bases epistemológicas da neuroeconomia e as suas principais contribuições ao campo de estudos da economia comportamental, no contexto da tomada de decisão do consumidor. Recorreu-se à utilização de uma Revisão Integrativa (RI), onde selecionou-se quatorze artigos, publicados no período de tempo de 1996 até 2016, nas bases de dados CAPES/MEC, JSTOR, RePEc, SAGE, Science e Springer. A partir dessa amostra, elaborou-se uma matriz de análise constituída por três grandes categorias: o método neurocientífico para a obtenção de dados, a base teórica econômica analisada e os níveis de interferência do conhecimento entre as disciplinas. Quanto aos resultados, na primeira categoria, como método mais usado/indicado, identificou-se a Ressonância Magnética Funcional (fMRI) aplicada a indivíduos com lesão em determinada região cerebral. Para a segunda categoria, constatou-se que as teorias econômicas mais estudadas/ criticadas pela neuroeconomia foram a Teoria da Utilidade Esperada e a Teoria dos Jogos, com abordagem restrita ao exame microeconômico. Por fim, na terceira categoria, verificou-se que o conhecimento desenvolvido pela neurociência atua sob três níveis de interferência às teorias econômicas padrão, sejam eles: demonstrar, complementar e inovar. Respectivamente, em um primeiro momento há um apoio, em seguida, uma adição e, por fim, uma exclusãode pressupostos econômicos tradicionais.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Ciências Econômicas, Administrativas e Contábeis - FEACpt_BR
dc.publisher.initialsUPFpt_BR
Appears in Collections:FEAC - Curso de Economia - Trabalhos de Conclusão de Curso de Graduação

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